Home office é afetado por conta da nova bandeira tarifária

Empresas em atividade no Brasil crescem 6,1% em relação a 2018

O total de empresas em atividade subiu a 5,23 milhões e com um total de 6,1% em avanço com o último registro que foi feito em 2018. Naquela ocasião, o Brasil ainda não tinha nem 1 milhão de negócios ativos.

O número de empresas com pelo menos uma pessoa ocupada teve um crescimento de 3,4% em relação à última pesquisa que foi realizada em 2018. Os dados foram revelados pelo Cadastro Central de Empresas (Cempre) e que é divulgada sempre com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O que pode ter impulsionado o número de empresas?

O resultado foi impulsionado por um salto de 35,8% no número de organizações que não conta com nenhum trabalhador ou sócio-proprietário, o que pode ter inflado o total de companhias em atividade.

Um detalhe nesse percentual, é que o IBGE identificou que é muito fácil saber se estas empresas se encontram ou não ativas. Em relação às empresas que possuem de 1 até 9 assalariados, o avanço registrado foi de 3,9%. Nas demais faixas, o percentual máximo foi de 1,9%.

IBGE esclarece que houve falta de dados na última edição

O IBGE informou que na edição de 2019 o Cempre passou por alguns ajustes para que fossem feitos ajustes no Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas, que é chamado de e-social.

Algumas informações deixaram de constar nesse banco de dados, como o número de sócios e proprietários que estão exercendo atividades em suas empresas. O outro detalhe que não consta mais é se a empresa ainda está exercendo a função principal no ano de exercício.

Em 31 de dezembro de 2019, as empresas e organizações formais ativas no país empregavam um total de 53,2 milhões de pessoas, sendo que 46,2 milhões delas são assalariadas e 7 milhões estão na condição de sócio ou proprietário da organização.

Médias salariais nas empresas do país

Quanto aos salários médios mensais, as maiores remunerações foram pagas pelo segmento de eletricidade (média de R$ 7.185,14). Depois destaque para as atividades que envolvem atividades financeiras, como seguros e relacionados (média de R$ 5.941,42). Organizações Internacionais completam o pódio com uma (média de R$ 5.857,13).

Já em um comparativo com as menores remunerações, os setores de alojamento e alimentação são os que registraram menores ingressos médios (R$ 1.534,67). As atividades administrativas e de serviços complementares (R$ 1.813,77), além de reparação de veículos e motocicletas (R$ 1.942,80).

Em 2019, 55% dos assalariados eram homens e as mulheres representavam uma porcentagem de quase 45%. Os homens recebiam as melhores remunerações (média de 59,2%) e enquanto isso as mulheres ficavam com 40,8% nos cargos que exerciam nas empresas.

Os homens recebiam remunerações médias nas empresas que chegavam a até R$ 3.188,03 e o recebido por elas alcançou uma média de R$ 2.713,92.

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