João Vitor

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Trabalha como consultor financeiro, é estudante de Engenharia Química pela Unesp e escreve sobre temas relacionados a economia, finanças e investimento.

China vê seu crescimento aumentar em meio ao cenário de pandemia

A China tem sido o destaque entre os países afetados em meio ao cenário pandêmico vivido mundialmente e das incertezas econômicas desde então.

A recuperação chinesa se deu de forma muito relevante principalmente nesse terceiro trimestre de 2020, com aumento de 4,9% em relação ao cenário de 2019 no mesmo período.

Em relação ao segundo trimestre deste ano, o aumento foi de 3,2%. Para o FMI, a previsão de aumento do PIB para a China no ano é de 1,9%.

O tombo que a China levou no início da pandemia em torno de 6,8% acabou sendo gradativamente recuperado até então, através de diversas medidas tomadas pelo governo chinês em relação a gastos e fiscais e juros de empréstimos.

Como a previsão do PIB ficou abaixo do esperado, as bolsas chinesas fecharam em queda nesta segunda. China vê seu crescimento aumentar em meio ao cenário de pandemia

A China tem sido o destaque entre os países afetados em meio ao cenário pandêmico vivido mundialmente e das incertezas econômicas desde então.

A recuperação chinesa se deu de forma muito relevante principalmente nesse terceiro trimestre de 2020, com aumento de 4,9% em relação ao cenário de 2019 no mesmo período.

Em relação ao segundo trimestre deste ano, o aumento foi de 3,2%. Para o FMI, a previsão de aumento do PIB para a China no ano é de 1,9%.

O tombo que a China levou no início da pandemia em torno de 6,8% acabou sendo gradativamente recuperado até então, através de diversas medidas tomadas pelo governo chinês em relação a gastos e fiscais e juros de empréstimos.

Como o PIB ficou abaixo do esperado pelas estimativas, as bolsas chinesas fecharam em baixa nesta segunda-feira. O CSI300 caiu 0,8% e o índice de Xangai 0,7%.

Panorama da bolsa: Ibovespa fecha em queda no último pregão da semana

O Ibovespa fechou o último pregão com queda de 0,75% com dúvidas sobre a situação fiscal dentro do país. Embora o fechamento da semana tenha sido em alta, esta acabou sendo reduzida nesta sexta-feira.

Apesar disso, tivemos alguns destaques positivos importantes, como a Braskem (BRKM5) que alcançou 5,58% de alta. 

O destaque negativo ficou para a Cogna, tão querida por muitos investidores, que fechou em queda de 4,17%.

O dólar, por sua vez, acabou subindo 0,32%, chegando a R$ 5,64. Nesse sentido, a bolsa estrangeira teve algumas direções diferentes.

A S&P 500 nos EUA variou +0,01%, mantendo-se praticamente estável. A Nasdaq, frente ao vencimento dos contratos de opções, acabou vendo queda de  0,36%.

Na Europa, o panorama favorável a uma possível vacina antes mesmo do término do ano de 2020 favoreceu alta das bolsas.  

Na Alemanha, a DAX subiu 0,62%, na França ocorreu alta de 2,03% e aumento de 1,47% no Reino Unido, pelo FTSE.

B3 recupera R$ 1,28 bilhão em capital estrangeiro 

Após seguidas fugas seguidas de capital estrangeiro dentro da bolsa de valores brasileira, o mês de outubro acabou trazendo um alívio nesse sentido.

A B3 voltou a ter saldo de capital estrangeiro positivo, aumentando R$ 1,288 bilhão só em outubro até o dia 16 deste mês.

Esse investimento acontece após fuga recorde esse ano da bolsa, totalizando nisso de cerca de de R$ 86,46 bilhões de capital estrangeiro retirado, R$ 2,4 bilhões só no mês de setembro.

A notícia animou diversos investidores e especialistas, que se preocupavam com a evasão tão grande de capital internacional do país que vinha ocorrendo até então, porém ainda é muito cedo para se afirmar uma continuação, em meio ao cenário incerto de pandemia.

Paulo Guedes reafirma tributação de dividendos e outras mudanças para 2021 

Paulo Guedes tem reafirmado diversas mudanças em questões econômicas de alta influência dentro do mercado financeiro ao longo dos dias.

Ele diz que certamente os dividendos devem ser tributados dentro do mercado de ações, afirmativa que já estava em seu plano de reforma tributária iniciada este ano.

Outro ponto importante é que revelou sua intenção de diminuir as tributações relacionadas às empresas, sendo assim, essas duas iniciativas juntas corroboram para o que seria um balanço estável para as companhias sendo a ideia de Guedes, já que estas em sua maioria já pagam os tributos relacionados em relação aos dividendos antes de distribuí-los.

O ministro da economia do governo de Jair Bolsonaro ainda reiterou que o governo não estenderá o auxílio emergencial para 2021, que é pago até então para milhões de brasileiros.

Ele diz que embora o Brasil e a equipe econômica não tem nenhum arrependimento em relação aos gastos que foram realizados este ano na tentativa de conter a pandemia e seus efeitos, que chegou a cerca de 10% do PIB, agora seria o momento de se pensar no avanço e a retomada da agenda de reformas que se havia pensado.

As falas de Paulo Guedes repercutiram muito dentro do mercado financeiro, principalmente pelo tom mais brusco utilizado. Segundo o mesmo “Enquanto não tiverem solução melhor, prefiro esse imposto de m***da”, afirmou o ministro quanto a abordagem do que seria a nova CPMF”.

Barclays revisa queda do PIB para 4,4% no ano

Muitas corações estão sendo feitas em relação ao PIB nos últimos tempos. Principalmente em um cenário de tanta incerteza e instabilidade.

Entretanto, as estimativas referente a isso estão sendo cada vez mais otimistas em relação às anteriores, o que pode ser talvez um respeito de alívio a tantas projeções ruins dos efeitos causados pela pandemia.

Dessa vez a Barclays estipulou que a queda do PIB brasileiro em 2020 será de aproximadamente 4,4%.

A nova estimativa tem como base o cenário de um terceiro trimestre economicamente mais forte e favorável ao Brasil, que acabou trazendo essa diferença de 0,6% na nova estimativa, ou seja, ao qual era em torno de 5% até então.

EUA tem recorde no número de votos realizados de forma adiantada nas eleições

A tão polarizada corrida presidencial tem trazido diversas mudanças pontuais no mercado financeiro ao longo dos dias, principalmente nas expectativas para o futuro.

Devido a cautela maior referente a pandemia, cerca de 25 milhões de americanos já votaram de forma antecipada em seus candidatos a presidência.

Esse é um número recorde para as eleições americanas, além do número de 75 milhões de votos solicitados a distância, através dos correios.

O cenário atípico teve grande influência dentro das estratégias eleitorais dos democratas, que foram os que mais tem participação nessa votação antecipada. 

Joe Biden tem liderado as pesquisas eleitorais, porém segundo especialistas ainda é cedo para contar uma vitória antecipada sobre Donald Trump.

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