Microsoft tem planos de utilizar Blockchain da Ethereum contra a pirataria

Microsoft tem planos de utilizar Blockchain da Ethereum contra a pirataria

A Microsoft se tornou uma empresa bilionária após colocar no mercado e com muito sucesso o sistema operacional Windows. A gigante da tecnologia está com planos para combater a pirataria e em um novo artigo publicado pelo seu departamento de pesquisa, a gigante com sede em Redmond apresentou um sistema em blockchain para campanhas contra produtos piratas na Internet.

Conforme sugeriu a pesquisa, o sistema de incentivo contra campanhas de pirataria será transparente, dependendo da tecnologia blockchain para o funcionamento. A blockchain que será utilizada é construída dentro da rede Ethereum e ao mesmo tempo que combate a pirataria, protegerá os dados públicos dos anônimos que estarão realizando as denúncias.

Microsoft entende que pirataria é um problema do sistema

A Microsoft reconhece que para colocar em prática esse projeto é preciso ter muita segurança com os dados de todos. Através do Argus, será possível rastrear o conteúdo que foi pirateado até a fonte com um algoritmo correspondente. Na pesquisa, essa parte foi chamada de “prova de vazamento”.

Também se pretende que ninguém além do informante, poderá relatar a mesma cópia pirateada sem que realmente a tenha. O sistema também terá várias ressalvas para evitar que o informante relate o mesmo conteúdo mais de uma vez.

O sistema da Argus é visto como seguro e prático. A Microsoft espera lançar uma campanha de antipirataria que se mostre realmente eficaz e que incentive outras pessoas a realizarem o mesmo.

Além do tema blockchain, taxas da Ethereum também foram pauta

As taxas da Ethereum também entraram em pauta, sendo que a Microsoft operacionou várias operações criptográficas para que o “custo dos relatórios de pesquisa da pirataria seja reduzido ao custo equivalente ao envio de cerca de 14 transferências na rede pública da Ethereum”.

A preocupação das empresas ao redor do mundo com os seus dados está aumentando, principalmente para combater a pirataria digital. Recentemente uma subsidiária de TI do grupo indiano Mahindra Group, lançou recentemente uma plataforma de direitos digitais que é baseada em blockchain, com a colaboração da IBM.

Pirataria desvia R$ 2 bi de impostos no ano

De acordo com uma pesquisa relatada pela Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA), o impacto financeiro da pirataria da TV por assinatura deixa de arrecadar R$ 2 bilhões em impostos por ano, recursos esses que poderiam ser utilizados para investir em mais educação e saúde, por exemplo.

Pelo menos 33 milhões de brasileiros ou 27,2% dos internautas que têm mais de 16 anos, afirmaram que consomem algum tipo de conteúdo digital através de sistemas piratas. As autoridades do país, como a Receita Federal e Polícia Federal estão intensificando as buscas junto com outros países, como o Reino Unido.

Outro detalhe interessante revela o número de equipamentos piratas que foram apreendidos no Rio de Janeiro desde 2020, que de acordo com as estimativas já passam de 1 milhão. Obviamente que a tecnologia blockchain irá ajudar no combate da pirataria, porém sem a cooperação de todos usuários, extinguir essa prática iegal ainda irá demorar.

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