Cardano recebe investimento milionário para expandir NFT e DeFi

11% dos jovens nos EUA aplicaram o auxílio do governo em criptomoedas

Assim como no Brasil, o governo dos Estados Unidos também está pagando um Auxílio para a população, com o intuito de mitigar os efeitos de COVID-19. Uma nova pesquisa revelou que pelo 11% da população americana entre 18 e 34 anos gastou o Auxílio para investir em criptomoedas.

A pesquisa foi realizada pela CNBC, juntamente com a empresa de pesquisa Momentive. Ao todo, o estudo envolveu 5.530 adultos e descobriu que 11% dos entrevistados haviam comprado criptomoedas, em especial o Bitcoin com o dinheiro do estímulo.

Metade dos entrevistados dividiram a alocação com o dinheiro recebido em vários tipos de investimentos. Pelo menos 15% buscou à exposição em ações, 9% investiu em fundos e 6% negociou ETFs em bolsa.

A maioria dos jovens nos Estados Unidos está se expondo às criptomoedas por acreditar que esse é um bom investimento e enxergam os ativos digitais como um investimento de longo prazo. Em oposição a esta opinião, 21% dos investidores afirmaram que as criptomoedas são um investimento para curto prazo.

Importante também analisar uma outra pesquisa recente que foi feita nos EUA, desta vez pela Harris, que indicou em uma pesquisa de março que 7,5% dos entrevistados haviam investido os seus cheques de estímulos em ativos digitais com criptomoedas e ativos digitais, além de se não ser algo tão complexo, pode ser acessado simplesmente através de um smartphone.

Quem aproveitou a caçada, saiu na frente

Podemos definir que aqueles que foram ágeis o suficiente para investir o dinheiro recebido com o cheque, estão colhendo resultados suficientemente positivos neste momento. O “Bitcoin Stimulus” observou que quem investiu pelo menos US$ 1.200 em 15 de abril de 2020 no BTC, estaria atualmente com US$ 8.600, uma valorização de 620%.

E não é apenas nos Estados Unidos que a população mais jovem está investindo em criptomoedas. Uma pesquisa realizada pela exchange de criptomoedas Swyftx e com sede na Austrália, analisou que os australianos mais jovens já teriam lucrado dezenas de milhares de dólares australianos com o investimento em criptomoedas desde 2020.

35% dos jovens brasileiros estão investindo em criptomoedas

Os jovens brasileiros de 13 até 24 anos, parte deles conhecidos como a Geração Z, demonstram um grande interesse pelas criptomoedas. Uma pesquisa que foi realizada pela Yubo, afirmou que pelo menos 35% dos adolescentes e jovens adultos brasileiros já compraram criptomoedas.

Apenas um dado não é tão positivo quando os mesmos jovens comentam sobre os ativos digitais: praticamente metade dos participantes não acreditam que as criptomoedas vão se destacar nos próximos anos, considerando um investimento de curto prazo. Mas pelo fato de já existirem diversas exchanges operando no Brasil, os jovens acabam se convencendo a operar com criptomoedas desde cedo.

Quase metade dos investidores que foram questionados na pesquisa afirmam que realizam compras nas principais criptomoedas, como Bitcoin (BTC) e na Ethereum (ETH). Porém é fácil também perceber o gosto por outras altcoins e até mesmo por moedas meme, como a Dogecoin, REAU, SafeMoon, Baby Doge Coin e entre outras.

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