João Vitor

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Trabalha como consultor financeiro, é estudante de Engenharia Química pela Unesp e escreve sobre temas relacionados a economia, finanças e investimento.

Novos tratados comerciais devem ser feitos por Brasil e EUA

Alguns acordos comerciais devem ser feitos entre Brasil e EUA até o final do ano, embora ainda haja incertezas voltadas a questão das eleições presidenciais.

Os novos acordos seriam feitos em busca de uma relação bilateral com menos burocracias e custos nas ações comerciais que envolvam os dois países.

Além disso, a ideia é a diminuição de tarifas voltadas a importação e exportação, aproximando ainda mais a relação desses países no comércio internacional.

Outra questão bastante importante é a busca por transparência e segurança jurídica dentro desses acordos comerciais.

Segundo a AEB (Associação de comércio exterior no Brasil), ocorreu cerca de 26% de queda no volume comercial entre Brasil e EUA durante os 9 primeiros meses deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado.

Sendo assim, com um prejuízo de US$ 3 bilhões ainda esse ano nessa queda, os governos dos países não tiveram outra escolha, senão estudar novas possibilidades de aproximação.

França declara estado de emergência por covid-19

O governo francês deve endurecer as medidas referente ao combate a pandemia do novo coronavírus após aumento considerável de casos.

O presidente do país declarou nesta quarta-feira situação de calamidade pública em todo o país, o que pode trazer novas medidas semelhantes às  tomadas na primeira onda da pandemia.

A primeira medida tomada por Macron foi o toque de recolher, que proíbe os cidadãos de saírem de suas casa no período de 21h até 6h.

A medida vem de encontro a um forte alastramento do número de casos de covid-19 não apenas na França, mas também em toda a Europa, que está enfrentando uma relevante segunda onda de infecção.

Em defesa do imposto digital, Paulo Guedes diz que taxas de transferência já são uma CPMF

Paulo Guedes defendeu fortemente a implementação de um imposto nas transações nesta última quarta-feira. Segundo ele, essa cobrança seria justificável dentro do contexto que será implementado.

A ideia foi comparar este imposto, que segundo ele seria feito por uma infovia digital, é compará-lo às cobranças de tarifas já realizadas pelos bancos nas transferências bancárias.

Quando se viu em meio a diversas críticas referente ao que seria semelhante a uma nova CPMF, Paulo Guedes afirma que essas cobranças feita por esses bancos já são uma CPMF.

A infovia digital que Guedes citou, foi em relação a uma plataforma gratuita que estará  disponível para a população para que o imposto seja pago. 

E assim, diz que a ideia desse tributo é justamente seguir a tendência do exterior, com suas políticas cada vez mais voltadas a economia digital. Os impostos, por sua vez, teriam que seguir essa mesma linha.

Joe Biden mantém liderança nas pesquisas, mas vê vantagem diminuir

Estando a 20 dias das eleições presidenciais nos EUA, Joe Biden vê sua vantagem acabar diminuindo nos últimos dias. As pesquisas foram realizadas pela Reuters/Ipsos e viram Trump reduzir a diferença para 2 pontos.

As intenções de voto na Flórida chegaram a 47% para Trump, enquanto Biden acumula 49%. Considerando um cenário nacional dessa pesquisa, a diferença entre os candidatos é de 10%, o que diminui a vantagem anterior de 12% para Biden.

Vale ressaltar que o aumento do número de pessoas que votaram de forma antecipada cresceu substancialmente de 7% para 17%.  

Incertezas de estímulo derrubam bolsa americana

As ações da bolsa dos EUA tiveram queda após incertezas sobre plano de estímulo econômico estudado pelo governo até então.

Steven Mnuchin, secretário do tesouro nos EUA, se mostrou pessimista na ideia de algum estímulo ser executado antes da eleição, o que fez com que as bolsas tivessem queda.

Outra questão interessante que acabou afetando nessa queda foi a queda dos bancos, o que acabou pressionando os preços.

A S&P 500 caiu 0,66%, Nasdaq 0,8% e o Dow Jones recuou 0,58%. O dólar por sua vez, fechou  em alta de 0,37%, o que levou seu preço a bater perto dos R$ 5,60, devido a cautela do mercado.

Natura acumula US$ 1 bilhão em sua oferta primária de ações

Após a conclusão de sua primeira oferta de ações, a Natura concluiu o acúmulo de recursos em US$ 1 bilhão, o que na verdade é equivalente aos R$ 5 bilhões da venda de aproximadamente 121 milhões de papéis de ações.

Segundo próprio comunicado da Natura, os recursos seriam utilizados para a expansão dos negócios, além de investimentos voltados a digitalização, estrutura de capital e otimização desses fatores.

A busca da Natura por crescimento tem sido feito de forma bastante acelerada e de forma engajada, que vem de encontro a ideia de se tornar a top 3 em fabricação de cosméticos no mundo.

Esse patamar tornou-se cada vez mais dentro das possibilidades, já que atualmente ocupa a quarta posição, após ter comprado a Avon por um valor aproximado de US$ 2 bilhões.

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